O que é a moeda do evento
Moeda do evento é a unidade de troca que circula dentro do app durante o evento inteiro. Tem nome próprio (pode ser trilhas, milhos, ingressos, o que fizer sentido pra marca), preço em real e regras claras de quanto vale cada ação e cada compra. Funciona como ficha de parque de diversão, mas no celular e medindo tudo.
A grande diferença pro modelo de ingresso simples é que a moeda tem ciclo de vida. O público ganha, compra, gasta, ganha de novo. E cada volta desse ciclo é uma chance nova do organizador monetizar sem precisar aumentar o preço do ingresso.
Como a moeda entra na mão do público
- Ganhando: completando missões, indicando amigos, postando no feed, visitando estande.
- Comprando: recarga direto no app, via Pix ou cartão, com pacotes em preços variados.
- Ganhando no ingresso: o ingresso pode já vir com saldo de boas-vindas pra estimular uso.
- Ganhando de patrocinador: marca pode entregar moeda como ativação (ex.: responde o quiz, ganha 50).
Onde o público gasta a moeda
O valor da moeda depende de onde ela pode ser gasta. Evento bom cria vários pontos de gasto pra fazer a moeda circular. Não precisa ser tudo caro. Precisa ser desejável pelo público que tá ali.
- Loja oficial do evento: camiseta, boné, copo, brinde. Comissão pro organizador.
- Produtos e serviços de expositor: cada expositor cadastra ofertas, pagas em moeda, com repasse configurado.
- Roleta e raspadinha: gastos de moeda com chance de ganhar prêmios ou mais moeda.
- Experiências internas: fura-fila, acesso VIP, encontro com artista, visita guiada.
- Sorteios oficiais: cada ticket de sorteio custa moeda, premiação em produto ou voucher.
Por que isso vira receita pro organizador
Toda moeda comprada com dinheiro real é caixa que entra. Toda moeda gasta em expositor gera comissão configurada. Toda moeda gasta em loja oficial é receita direta. E quando a pessoa compra mais moeda do que consegue gastar, sobra saldo que pode ser usado na próxima edição, o que segura o público pra voltar. A economia do evento deixa de ser só o ingresso e o patrocínio e passa a ter uma terceira perna. Mais detalhes em como aumentar a receita do evento e como monetizar o evento.
Como montar a economia do zero
Começa definindo o nome da moeda, a cotação com o real (ex.: 1 moeda = R$ 0,10) e as regras de ganho. Depois faz o catálogo dos pontos de gasto: loja oficial, ofertas de expositor, roleta, sorteio. Configura o split de cada transação (quanto vai pro organizador, quanto vai pro expositor). Abre a recarga. E acompanha pelo painel o que tá vendendo, o que tá parado e onde ajustar. A gente faz toda a parte técnica junto com o time de gamificação em gamificação para eventos, pra moeda não virar número solto.
Quer uma estimativa de quanto a moeda pode faturar?
A gente olha o seu público e setor e volta com um cenário do que dá pra movimentar.
Agendar conversaPerguntas frequentes
A moeda tem nome do evento?
Tem. Você escolhe o nome, o símbolo e a cotação. A moeda vira parte da identidade do evento, o que ajuda a marcar presença e fidelizar pro próximo ano.
Como fica a divisão entre organizador e expositor?
Você define. Cada tipo de transação tem split configurável. Loja oficial pode ser 100% do organizador, oferta de expositor pode ser, por exemplo, 80/20, sorteio pode ter regra própria. Tudo transparente no painel.
E se sobrar saldo depois do evento?
Dá pra decidir a regra: saldo expira no fim do evento, fica pra próxima edição ou vira voucher de parceiro. Cada modelo tem vantagem e a gente desenha junto com você.
Preciso lidar com questão fiscal?
A moeda é um valor pré-pago dentro do evento. A emissão fiscal acontece na transação real (recarga, pagamento a expositor), e o sistema entrega o relatório pra contabilidade resolver. A gente explica o fluxo no kickoff.
